Festa de São Brás 2 e 3 de Fevereiro
Tem lugar na Vila Velha, com repique de sinos durante todo o dia. É tradição nesses dias os rapazes oferecem a «Gancha» (doce local, que consiste num rebuçado em forma de báculo) às raparigas, que retribuem, no dia de Santa Luzia, com uma outra especialidade local, o «pito», um pastel recheado com doce de chila ou abóbora (ver "Gastronomia e Vinhos").

 

Festa de São Lázaro – Domingo anterior ao de Ramos
Esta festividade tem lugar numa Capela situada num dos bairros mais típicos de Vila Real: o Bairro dos Ferreiros; além das cerimónias religiosas e da animação popular, são de destacar, a venda da doçaria tradicional: «cavacórios» e «bexigas». Estas celebrações têm origem numa época em que a cidade foi atingida por uma epidemia tendo o Bairro dos Ferreiros sido poupado, facto que as gentes deste Bairro atribuíram a São Lázaro, que é tido como o santo protector contra a varíola e as bexigas.

Procissão do enterro do Senhor - Sexta-feira Santa
Esta procissão retrata cenas bíblicas da Paixão e morte de Cristo.

Festa de São Bento – l4 e 15 de Maio
São Bento é o Santo protector contra as verrugas e cravos, e esta festividade recebe peregrinos que procuram cura para este tipo de problemas de saúde. Tem lugar no Santuário de São Bento, na paróquia de São Tomé do Castelo.


Festa de Nossa Senhora da Guadalupe – 2º Domingo de Maio
A Festa de Nossa Senhora da Guadalupe tem lugar na paróquia de Mouçós, no lugar de Ponte, numa das mais antigas igrejas do Concelho de Vila Real, em que em sua homenagem é feita uma procissão.


Procissão do Calvário - 2º Domingo de Julho
A Procissão do Senhor do Calvário é um dos mais importantes momentos religiosos da cidade de Vila Real, em que a proximidade entre crentes e a sua religião assume proporções de grande fé e devoção. Esta manfestação religiosa tem origem no séc. XIX, numa altura em que os habitantes pediram intercessão divina contra o oídio que atacou os vinhedos do Douro; a Cruz do Calvário é transportada num carro de madeira, que, juntamente com a multidão de crentes em cumprimento de promessas, atravessa as ruas do centro histórico de Vila Real. Esta Procissão conta, também, com a participação de diversas autoridades públicas, bem como representações de forças militares e militarizadas.

Festa de N. Senhora da Guia – 2o Domingo de Agosto
Estas festividades celebram-se na paróquia de Abaças, no santuário de Nossa Senhora da Guia, onde, outrora existiu uma importante feira periódica.


Festa de N. Senhora da Almodena (7 e 8 de Setembro)
A Festa de Nossa Senhora da Almodena é das últimas do Verão, e nos seus tempos áureos atraía grandes quantidades de pessoas; hoje em dia, para além da parte religiosa, realiza-se a popular "feira dos melões". Vale a pena uma visita.


Festa de N. Senhora da Pena (segundo Domingo de Setembro)
Todos os anos, em Setembro, a freguesia de Mouçós é palco de uma manifestação religiosa única! As festividades em honra de Nossa Senhora da Pena reúnem milhares de pessoas que anseiam por assistir à procissão conhecida pelos seus andores monumentais: chegam a atingir 23 metros de altura (mais altos que a própria igreja), pesam toneladas, e são levados por cerca de 100 homens. O final da procissão é marcado pela tradicional "dança de andores" à volta da Igreja, em que, não obstante as suas dimensões e peso, cada um é levado aos saltos pelo adro da igreja. À noite, é tempo de se fazer o arraial, com fogo-de-artifício.


Todos os anos as festas são organizadas por um lugar diferente da freguesia

É importante realçar que o andor de Nossa Senhora da Pena figura já no Livro de Recordes do Guiness."
Para saber mais sobre esta festividade, consulte: www.senhoradapena.blogspot.com


Festa de Santa Luzia - 13 de Dezembro

As festividades em honra de Santa Luzia têm lugar em Vila Nova e Carrazeda, lugares de Folhadela e Ermida, respectivamente. Considerada como a protectora contra as maleitas dos olhos, esta Santa está associada a um dos doces típicos de Vila Real: os "Pitos de Santa Luzia", cuja forma lembra um pedaço de pano dobrado em forma de pacho de linhaça, com que a irmã Ermelinda Correia amenizava o sofrimento das pessoas com problemas de olhos.