DE 27 DE MARÇO A 27 DE ABRIL | 2019

VINTE E SETE - FESTIVAL DE TEATRO | 2019

15.ª edição

 

A 15.ª edição do Vinte e Sete – Festival de Teatro traz a Vila Real um conjunto de clássicos de várias épocas, em distintas abordagens.

Na abertura, assinalando o Dia Mundial do Teatro, o espectáculo ‘À Espera de Beckett ou Quaquaquaqua’ opera um cruzamento entre a memória do cinema popular português dos anos 40 e a estreia de ‘À Espera de Godot’ em Portugal, em 1959, pela companhia de Ribeirinho (célebre actor de ‘O Pai Tirano’, entre outras comédias clássicas).

Também no dia 27 de Março, realiza-se uma oficina de escrita dramatúrgica, orientada por Jorge Louraço, dramaturgo e, durante doze anos, crítico de teatro no jornal Público.

No dia 6 de Abril, apresenta-se ‘Peça Para Duas Personagens’ (‘The Two-Character Play’ ou ‘Out Cry’), que foi considerada por Tennessee Williams a sua melhor e mais autobiográfica obra depois de ‘Um Eléctrico Chamado Desejo’. Uma tradução de Jacinto Lucas Pires, com encenação de Ivo Alexandre.

O D. Quixote de Cervantes é invocado na releitura do dramaturgo português do século XVIII António José da Silva (o ‘Judeu’). ‘Vida do Grande D. Quixote de La Mancha e do Gordo Sancho Pança’ é uma encenação de Kuniaki Ida para o Teatro do Bolhão, com António Capelo à frente de um grande elenco.

Associado a este espectáculo, é organizado o workshop ‘Teatro Português - de Gil Vicente a António José da Silva’, orientado por António Capelo.

‘Oresteia’, trilogia trágica, é por muitos considerada a grande obra-prima de Ésquilo e da literatura ocidental. Integra o festival numa versão dramatúrgica de Miguel Castro Caldas dirigida por Tónan Quito e com música e participação ao vivo dos Dead Combo.

A dramaturgia contemporânea entra no festival com uma peça que, de forma inédita, reúne em palco as companhias Ensemble e Palmilha Dentada. ‘Ter Razão’, com texto de Ricardo Alves e actores das duas companhias, é uma provocação, um divertimento sério sobre as pessoas e o seu quotidiano.

Para o público infantil é feita uma introdução à ‘Odisseia’ de Homero, com o espectáculo ‘Ver a Odisseia Para Chegar a Ítaca’, com uma sessão para escolas e uma outra para famílias.

 

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Folheie o programa completo online: https://issuu.com/teatrodevilareal/docs/vinte_e_sete_2019/1?ff=true

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Organização: Teatro de Vila Real | Teatro Municipal de Bragança 

ABRIL, MAIO E JUNHO | 2019

ABRIL, MAIO E JUNHO | 2019

 

Folheie a agenda online: https://issuu.com/teatrodevilareal/docs/tvr_abr_mai_jun_2019/1?ff=true

Num trimestre que apresenta mais de três dezenas de espectáculos de programação própria, a abertura acontece com a 15.ª edição do Vinte e Sete – Festival de Teatro, cujo cartaz inclui um conjunto de clássicos de várias épocas, em distintas abordagens: Beckett cruzado com uma evocação do actor Ribeirinho do cinema português da década de quarenta; Tennessee Williams numa tradução de Jacinto Lucas Pires para a encenação de Ivo Alexandre; uma introdução à ‘Odisseia’ de Homero para público infantil; as grandes tragédias gregas a partir de Ésquilo, numa encenação que conta com música dos Dead Combo ao vivo; o D. Quixote de Cervantes na releitura do dramaturgo português do século XVIII António José da Silva. A dramaturgia contemporânea entra no festival com uma peça que, de forma inédita, reúne em palco as companhias Ensemble e Palmilha Dentada.

Ao longo do trimestre o D. Quixote é revisitado em dois outros momentos: numa versão feminina da personagem pela polaca Pina Polar e numa criação conjunta das companhias Urze Teatro e Chão de Oliva (Sintra).

O teatro a partir de textos clássicos tem ainda outro grande momento em Abril, com uma nova encenação de ‘Frei Luís de Sousa’ pelo actor e encenador Miguel Loureiro, numa co-produção do Teatro Nacional D. Maria II.

Antes disso, no dia 27 de Abril, antecipando a celebração do Dia Mundial da Dança, apresenta-se ‘Reviravoltas’, uma reinterpretação de danças populares portuguesas por um conjunto de ex-bailarinos da Companhia Nacional de Bailado e do Ballet Gulbenkian.

A dança tem um segundo momento com ‘Nem a Própria Ruína’, um projecto resultante do ciclo Palcos Instáveis, com o apoio da Companhia Instável e do Teatro Rivoli, que parte do álbum ‘10.000 anos depois entre Vénus e Marte’, de José Cid.

No domínio da representação, agora com tónica na comédia, notas para a ópera cómica contemporânea ‘As Sete Mulheres de Jeremias Epicentro’, a peça ‘Selfie’, com o actor brasileiro Miguel Thiré e o português João Jesus, e o espectáculo de stand up comedy de Eduardo Madeira e Miguel Marques.

O Serviço Educativo inclui alguns workshops e vários espectáculos: além das sete peças incluídas em nova edição da MAPI – Mostra de Artes Para a Infância, há ainda um espectáculo para bebés, ‘Meu’, e um musical, ‘Coisas Que Não Há Que Há’, numa parceria do Coro Lira e do Teatro do Frio.

Na área do cinema, estão agendadas mais sessões mensais do Shortcutz Vila Real e seis grandes filmes do circuito independente nacional e internacional, incluindo, ‘Coração Negro’, de Rosa Coutinho Cabral, e ‘Colo’, de Teresa Villaverde, com o actor nosso conterrâneo João Pedro Vaz.

Por fim, a música tem como cabeças-de-cartaz Miguel Araújo e Tiago Nacarato, além do ciclo do Café-Concerto com quatro propostas da nova música portuguesa que fundem influências internacionais e o cancioneiro lusitano contemporâneo.

 

Mais informações:

www.facebook.com/teatrovilareal

www.instagram.com/teatrodevilareal

 

 

SÁBADO 20 | ABRIL

21h30 | GR. AUDITÓRIO

M12 | 150 MIN | 5€/3,5€/2,5€

 

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'ORESTEIA'

DE ÉSQUILO

 

Oresteia é a única trilogia trágica a chegar até nós completa, composta pelas peças Agamémnon, Coéforas e Euménides. É por muitos considerada a grande obra-prima de Ésquilo e da literatura ocidental, tendo sido representada pela primeira vez no festival das Dionísias Urbanas em 458 a.C. A obra aborda temas como culpa e expiação, o sentido do sofrimento humano, a responsabilidade do homem em relação aos outros homens e a consciência frente ao destino.

Clitemnestra matou o seu marido Agamémnon porque este sacrificou a filha para obter ventos favoráveis na expedição militar contra Tróia. Orestes, filho dos dois, mata a mãe para vingar o pai. Então, no plano dos deuses, as Irínias vingadoras exigem que se castigue Orestes pelo Matricídio. Mas Orestes considera-se inocente, porque matou a mãe com o patrocínio de Apolo. Era legítimo vingar o pai. Isto seria uma história de violência e de vinganças sangrentas que nunca mais acaba se não viesse a deusa Atena instituir um tribunal, no qual participam deuses e os humanos são os jurados.

As Irínias contra Orestes. O tribunal dá Orestes por inocente porque afinal é preciso pôr um fim nesta bola de neve. E pela persuasão, as Irínias são acolhidas na cidade, transformadas em Euménides. Trata-se aqui do triunfo do direito da polis sobre o direito familiar. Trata-se, portanto, literalmente, da politização do direito. A afirmação de que o interesse da cidade prevalece sobre o interesse do clã. Trata-se do início da ideia de haver uma mesma lei para todos e de haver na cidade uma assembleia popular que delibera sobre a lei. Trata-se, no plano religioso, do lento processo civilizacional que vai da supremacia dos deuses telúricos e terríficos, que exigiam vinganças sangrentas aos erros de cálculo dos homens, ao triunfo das divindades mais solares e mais racionais, que convocam tribunais nos quais os jurados são mortais.

 

Autor: Ésquilo

Direcção: Tónan Quito

Criação e gestão de projecto: Patrícia Costa

Versão e dramaturgia: Miguel Castro Caldas

Interpretação: Carla Maciel, Cláudia Gaiolas, Francisco Camacho, Efthimios Angelakis, Paulo Pinto, Tónan Quito e Vera Mantero.

Cenografia: F. Ribeiro

Desenho de luz: Daniel Worm

Figurinos: José António Tenente

Música e interpretação ao vivo: Dead Combo

Desenho de som: Pedro Costa

Assistência de encenação: Otelo Lapa

Produção: HomemBala

Co-produção: CCB

Apoio: O Espaço do Tempo

Projecto financiado pela República Portuguesa/Dgartes

 

Classificação: M/12 anos
Duração: 150 min.
Bilhetes: 5€ / 3,5 € / 2,5€

 

 

 

 

 

 

 

 

QUARTA 24 | ABRIL

21h30 | PEQ. AUDITÓRIO

M12 | 60 MIN | 5€/3,5€/2,5€

 

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'TER RAZÃO'

ENSEMBLE + PALMILHA DENTADA

 

«Se quisermos ser breves ou sinópticos, ‘Ter Razão’ anda às voltas com problemas de estacionamento, engarrafamentos monumentais e pessoas que se travam alegremente de razões. Fala-nos de ter razão, de não conseguir deixar de ter razão, de gostar de sofrer para ficar com a razão e, mais dramático ainda, de esticar o momento em que se tem razão para lá do razoável. Na génese deste projecto houve a vontade de construir um lugar de encontro: o Ensemble – Sociedade de Actores encomendou um texto original e encenação a Ricardo Alves, director artístico do Teatro da Palmilha Dentada, para um espectáculo envolvendo os actores e criativos de ambas as companhias. Há algo de nobre e de insolente neste gesto de construir pontes entre artistas de distintas gerações e formações, artistas que se deixam contaminar por modos de fazer diferentes, dispostos a desafiar expectativas, a cruzar públicos. Mas há mais: o Ensemble volta a dar palco a um dramaturgo contemporâneo português, acrescentando Ricardo Alves a uma lista onde já moram nomes como Luísa Costa Gomes, Jacinto Lucas Pires ou Mickaël de Oliveira.»

Ter razão. Gostar de ter razão. Não conseguir deixar de ter razão. Gostar de sofrer para ficar com a razão. Esticar o momento em que se tem razão para lá do razoável.

A senhora estava nitidamente com dificuldades de estacionar. O camião atrás dela não conseguia passar. Já o carro que vinha de frente até passava. Mas não passou, o diligente condutor parou. Pelas suas contas era a centésima vez que tinha razão naquele ano. E ainda o ano ia no inicio de Abril, a continuar assim ainda batia o recorde de 2003, ano memorável em que tinha tido razão 489 vezes. Uma média recordista de ter razão 1,339 vezes em cada dia.

Saiu do carro e começou apregoar que tinha razão. Na prática dirigiu-se à senhora que estacionava e perguntou-lhe se não estava a ver o engarrafamento que estava a causar com a sua incapacidade estacionativa. A senhora ainda mais nervosa ficou. Os carros bloqueados, impedidos de passar, começaram a buzinar. A senhora ficou ainda mais nervosa. O senhor com razão ficou ainda mais cheio de razão, apesar de agora apitarem os carros que a razão dele impedia de seguirem o seu caminho .

O jovem dono do carro velho que seguia atrás do senhor que tinha razão saiu do carro cheio de razão. Sem se aperceber das razões do senhor da razão pespegou-lhe 3 estalos carregados de razão. A razão da sua deslocação assim o exigia. Era uma razão de peso. Cinco quilos de gata prenha em prolongado trabalho de parto a caminho do hospital.

Há a exposições das razões de ambos e de todos.

É importante ter razão!

É?...

 

Texto e encenação: Ricardo Alves

Música: Ricardo Pinto

Desenho de luz: José Álvaro Correia

Cenografia: Sandra Neves

Figurinos: Inês Mariana Moitas

Interpretação: Emília Silvestre, Jorge Pinto, Ivo Bastos, Teresa Arcanjo

Co-criação: Ensemble, Teatro da Palmilha Dentada

Co-produção: Ensemble – Sociedade de Actores, Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, TNSJ

 

Classificação: M/12 anos
Duração: 60 min.
Bilhetes: 5€ / 3,5 € / 2,5€

 

 

 

 

 

 

 

 

SÁBADO 27 | ABRIL

21h30 | GRANDE AUDITÓRIO

M/6 | 60 MIN. | ENTRADA GRATUITA

'REVIRAVOLTAS

DA TRADIÇÃO À MODERNIDADE

GRUPO NOSSAS DANÇAS

 

ESPECTÁCULO QUE EVOCA O DIA MUNDIAL DA DANÇA 

 

O grupo Nossas Danças é composto por ex-bailarinos profissionais da Companhia Nacional de Bailado e do Ballet Gulbenkian. Aproveitando a experiência profissional dos seus elementos, nas áreas da dança clássica e contemporânea, o espectáculo ‘Reviravoltas aborda de uma forma livre a dança tradicional portuguesa de várias regiões do país, despindo-se do rigor tradicional para viajar no tempo de forma coerente e despretensiosa.

 

«O que é a dança? Formas em movimento num palco. Como se diz amor? Árvore, pedra, nuvem. Como se sente a alegria? Vendo com clareza, ouvindo com emoção. Tal como a água flui e o vento sopra. Como dizer Portugal? Folclore minhoto em danças ocultas. Como sentir a alma portuguesa? Ouvir as guitarras e o acordeão. Dar voltas e voltas e reviravoltas nas nossas danças, nas nossas vidas, nas nossas músicas, nos homens e mulheres de Portugal. Braços e mãos erguidas, em prece, que se juntam, se separam, fingem que vão mas ficam, parece que ficam mas vão, numa simulada indolência dos sentidos. Numa alegria que esvoaça em movimentos metamórficos dos corpos ou ondas de silêncios que fingem ser sons. Sim, sons, cores e cheiros de um país onde se descobre a grande obra da vida e da morte, do antigo e do moderno, da tradição e da disrupção.» José António Rousseau

 

Composição e coreografia: Francisco Rousseau e Rui Reis Lopes

Interpretação: Cristina Maciel, Kimberley Pearl, Maria João Salomão, Paula Rousseau, Brent

Williamson, Francisco Rousseau, Marco Marques, Rui Reis Lopes

Guitarras: Domingos Mira e Gustavo

Acordeões: Ana Paula Tavares e Flávio Bolieiro

Participação especial: Jorge Pires

Música gravada: Danças Ocultas, TocáRufar

Desenho de luz: Paulo Graça / Cláudia Rodrigues

Cenografia e figurinos: Paula Rousseau, trajes tradicionais portugueses

Produção/coordenação: Luís Albergaria, Teresa Manzoni

Texto: José António Rousseau

 

Classificação: M/6 anos
Duração: 60 min.
ENTRADA GRATUITA

 

SÁBADO 4 | MAIO

21h30 | GR. AUDITÓRIO

M6 | 135 MIN | 5€/3,5€/2,5€

 'FREI LUÍS DE SOUSA'

DE ALMEIDA GARRETT

ENCENAÇÃO DE MIGUEL LOUREIRO

 

O actor e encenador Miguel Loureiro confronta-se com um clássico da nossa dramaturgia e referência fundamental do cânone português, ‘Frei Luís de Sousa’, de Almeida Garrett:

«Como pode um ‘homem de teatro’ português desenvolver a sua poética de cena sem se ver confrontado com um momento-mor do que foi, e ainda é, considerado um dos monumentos teatrais do romantismo e mesmo de todo o teatro escrito em Portugal? Relido como drama, ou encenado como tragédia, o Frei Luís de Sousa continua a exercitar uma medida para teatro que sempre foi nossa, que sempre nos serviu, não só na correspondência literária, mas sobretudo no imaginário.»

Entre reconhecimento e questionamento, Miguel Loureiro encena com uma intenção clara: «darmo-nos a ler através deste legado».

Encenação: Miguel Loureiro

Interpretação: Álvaro Correia, Ângelo Torres, Carolina Amaral, Gustavo Salvador Rebelo, João Grosso, Maria Duarte, Rita Rocha, Sílvio Vieira, Tónan Quito

Cenografia: André Guedes

Figurinos: José António Tenente

Desenho de luz: José Álvaro Correia

Desenho de som: Sérgio Henriques

Direcção de produção: José Luís Ferreira

Assistência de encenação: Gonçalo Ferreira de Almeida

Direcção de produção: José Luís Ferreira

Um projecto Antunes Fidalgo Unipessoal

Em co-produção com o Teatro Nacional D. Maria II

 

Classificação: M/6 anos
Duração: 135 min.
Bilhetes: 5€ / 3,5 € / 2,5€

 

rede eunice logos

 

 

 

 

 

 

 

 

DOMINGO 5 | MAIO

21h00 | GRANDE AUDITÓRIO

M/6 | 70 MIN.

BANDA SINFÓNICA ARMAB 

Associação Recreativa e Musical Amigos da Branca

 

 

 

TERÇA 7 | MAIO

21h30 | PEQUENO AUDITÓRIO

ENTRADA GRATUITA

SHORTCUTZ #52

 

Co-produção:
SHORCUTZ VILA REAL / TEATRO DE VILA REAL

QUARTA 8 | MAIO

22h30 | CAFÉ-CONCERTO

M/12 | 60 MIN | GRATUITO

MÔRUS

«Guitarras que gritam, vozes que declamam! Convido-vos a fechar os olhos porque o duo MÔRUS enche a pista de timbalões tribais e loops agressivos.» - Iguana Garcia

«É curioso, mas se há algo de estranho neste som é por este rock conter elementos da tradição rural portuguesa e não da americana. O que diz algo sobre como nós portugueses tratamos tanto a nossa própria música como o próprio território interior. Se as guitarras, e os seus loops, começam por borbulhar umas ideias paisagísticas, a evolução faz-se com vozes que declamam, mas logo a seguir já exclamam. E nesta progressão uma ancestralidade rítmica tribal vai incutindo uma força vulcânica, na qual as guitarras já chispam e os versos repetidos saem em brado angustiado. Apetece dizer que, se deste ‘Borba’ sai lava, o que sai de Môrus é um som novo e original que só pode ser chamado de ‘rock-pomes’.» Hilário Amorim, in Público

 

Duração: 60 min.

M/12 anos

Entrada gratuita 

SEXTA 10 | MAIO

21h30 | GRANDE AUDITÓRIO

M/6 | 80 MIN | 16€ (Plateia e Frisas) / 12€ (Balcão)

MIGUEL ARAÚJO 

'Casca da Noz'

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«‘Casca de Noz’ serei eu sozinho no palco, à deriva, por entre guitarras, ukeleles, um piano e as minhas canções. As que sou eu que canto e as que fiz para serem cantadas por outros. E as que vierem a propósito na altura, dos autores que são a raíz de tudo aquilo que eu faço. ‘Casca de Noz' é a imagem dessa embarcação frágil, que pode colapsar e afundar a qualquer momento. Mas também é a expressão que os anglófonos usam quando querem recorrer ao poder da síntese. ‘Casca de Noz’ é também imagem de coisa robusta. Podem ser as músicas e essa força de poderem existir como quando nasceram, tocadas só ao piano ou à guitarra. Ando sempre à procura dessas canções. Aquelas que caem na rede de caçar borboletas que um compositor nunca recolhe. Sonho com aquelas que, de tão imensas, cabem dentro duma casca de noz.» Miguel Araújo

 

Duração: 80 min.

M/6 anos

Bilhetes: 16€ (Plateia e Frisas) / 12€ (Balcão)

 

14, 15 E 17 | MAIO

M12 | ENTRADA GRATUITA

 

[APOIO A AGENTES CULTURAIS DA REGIÃO]

 

UTADARTES

II MOSTRA DE TEATRO E ARTES PERFORMATIVAS

 

14 Maio | 14:30 e 21:30 | Grande Auditório

‘IF’ (a partir de “A boa alma de Sichuan” de Bertolt Brecht)

Luís Oliveira e Maria José Cunha | Alunos do 3.º ano de TAP

Desenho de luz e som: Pedro Pires Cabral

Duração: 60 minutos

 

15 Maio | 14:30 | Pequeno Auditório

‘ESFOMEADOS DE CLOWN’ (Clown)

Hugo Vieira | Alunos do 2.º ano TAP

Desenho de luz e som: Pedro Pires Cabral

Duração: 45 minutos

 

15 Maio | 21:00 | Foyer

‘CRESCER’ (Novo Circo)

Hugo Vieira | Alunos do 3.º ano TAP

Duração: 20 minutos 

 

15 Maio | 21:30 | Pequeno Auditório

‘FOME’

Hugo Vieira, Luís Oliveira e Maria José Cunha | Alunos do 2.º ano TAP

Desenho de luz e som: Pedro Pires Cabral

Duração: 45 minutos

 

17 Maio | 14:30 e 21:30 | Pequeno Auditório

‘A ESCOLHA’

Maria José Cunha | Alunos do 3.º ano TAP

Desenho de luz e som: Pedro Pires Cabral

Duração: 45 minutos

 

Organização:

Direção da Licenciatura em Teatro e Artes Performativas da UTAD

Apoios:

Banco Santander Totta/Santander Universidades | Teatro de Vila Real | UTAD 

TERÇA 14| MAIO

21h30 | PEQUENO AUDITÓRIO

M16 | 105 MIN | 5€/3,5€/2,5€

'CORAÇÃO NEGRO'

UM FILME DE ROSA COUTINHO CABRAL

 

Drama | Portugal | 2017

Com: Maria Galhardo, João Cabral, Miguel Borges

 

‘Coração negro’ é a história de um derradeiro momento da vida de um casal que compra uma casa na ilha do Pico, no lugar de São Miguel Arcanjo. O marido escolhe um prédio com um terreno em declive, com uma modesta casa principal, uma antiga cisterna e uma atafona que deita abaixo para reconstruir. Como é engenheiro encarrega-se da obra. A construção vai a meio quando a mulher chega. Já não se vêem há muito tempo. Mas, onde é suposto o amor celebrar a saudade, é o temor do mal-estar que se instala entre eles. As obras de construção continuam à medida que a relação se desconstrói.

 

 

SÁBADO 18 | MAIO

21h30 | GR. AUDITÓRIO

M6 | 70 MIN | 5€/3,5€/2,5€

 'AS SETE MULHERES DE JEREMIAS EPICENTRO'

QUARTETO CONTRATEMPUS

 

ÓPERA CÓMICA

 

Esta é a história de Jeremias Epicentro, um D. Giovanni moderno e incansável. Mas Jeremias é um enorme sedutor que se apaixona e desapaixona num pequeno espaço entre quatro paredes. É um sedutor solitário.

Os sentidos de Jeremias vivem do mesmo modo o real e o virtual. Na sua hiperactividade emocional, Jeremias Epicentro seduz, por isso, as personagens com que joga, as actrizes dos filmes que vê e, em última análise, as heroínas dos livros que lê. No seu quarto cabe o mundo inteiro, cabem todas as emoções e experiências humanas, as paixões, os enganos, as proezas e desassossegos. Prisioneiro do seu ecrã, Jeremias, como tantos contemporâneos seus, vai perdendo a capacidade de distinguir o real do virtual.

Assim é: cada vez se perdem mais juízos reais por coisas fictícias. No seu quarto, Jeremias empalidece, com o tempo. No mundo virtual há pouco sol.

 

Texto original: Mário João Alves

Composição: Jorge Prendas

Encenação: António Durães

Interpretação: Teresa Nunes (soprano), Ana Santos (mezzo-soprano), Crispim Luz (clarinete), Susana Lima (violoncelo) e Brenda Vidal Hermida (piano)

Apoio ao movimento: Cláudia Marisa

Espaço cénico: Marta Figueroa

Figurinos: Sofia Silva

Modelação e corte: Sofia Silva e Cláudia Ribeiro

Costureira: Marlene Rodrigues

Desenho de luz: Mariana Figueroa

Desenho de som: Pedro Lima

Multimédia / vídeo / som: Hugo Edgar Mesquita

Desenvolvimento tecnologia: Wearable Hugo Edgar Mesquita

Produção: Carlos Pinto

 

Classificação: M/6 anos
Duração: 70 min.
Bilhetes: 5€ / 3,5 € / 2,5€

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

TERÇA 14| MAIO

21h30 | PEQUENO AUDITÓRIO

M14 | 121 MIN | 5€/3,5€/2,5€

'SHOPLIFTERS

– UMA FAMÍLIA DE PEQUENOS LADRÕES'

UM FILME DE KORE-EDA HIROKAZU

 

Drama, Crime | Japão | 2018

Com: Lily Franky, Ando Sakura, Matsuoka Mayu, Kiki Kilin 

 

Osamu e Nobuyo são um casal muito pobre cujos rendimentos miseráveis não chegam para sustentar a família. Para sobreviver, recorrem a pequenos furtos em lojas e supermercados. Um dia, Osamu encontra Yuri, uma menina perdida no meio da cidade, que se percebe ter sido vítima de negligência. Apesar das carências em que todos vivem, esta família resolve receber a criança em sua casa e assegurar-se de que fica bem...

Vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cinema de Cannes, um filme dramático sobre a importância dos afectos, com assinatura do aclamado cineasta japonês Hirokazu Kore-Eda (‘Ninguém Sabe’, ‘Andando’, ‘O Meu Maior Desejo’, ‘Tal Pai, Tal Filho’, ‘O Terceiro Assassinato’)

 

 

QUARTA 22 | MAIO

22h30 | CAFÉ-CONCERTO

M/12 | 60 MIN | GRATUITO

CICLO PREPARATÓRIO

Em 2012 João Graça, José Pape e Sebastião Macedo criaram os Ciclo Preparatório e, com a ajuda de Pedro de Tróia (membro de Os Capitães da Areia e fundador da Azul de Tróia), gravaram uma primeira canção, ‘Lena Del Rey’, que veio a integrar os novos talentos da FNAC. O grupo decidiu então incorporar mais um guitarrista (Francisco Macedo) e 2 vocalistas (Benedita e Constança Pinto Gonçalves). O seu primeiro álbum, ‘As Viúvas Não Temem a Morte’, foi editado pela Optimus Discos em 2013. Como single, foi lançada a canção ‘A volta ao mundo com a Lena D’Água’, que conta com a colaboração da própria Lena D’Água. O disco foi aclamado e bastante bem recebido, com boas críticas.

Em Junho de 2018, o Ciclo Preparatório lançou dois novos singles, ‘Melhores Dias Hão-de Vir’ e ‘Cidade Adormecida’, primeiros avanços do novo disco, ‘Se é para Perder, que seja de Madrugada’.

 

Duração: 60 min.

M/12 anos

Entrada gratuita 

SEXTA 24 | MAIO

21h30 | PEQ. AUDITÓRIO

M/6 | 45 MIN. | 5€/3,5€/2,5€

'NEM A PRÓPRIA RUÍNA

DE FRANCISCO PINHO, JOÃO DINIS PINHO E DINIS SANTOS

 

DANÇA

 

Espectáculo inserido no Ciclo Palcos Instáveis, com o apoio da Companhia Instável e do Teatro Municipal do Porto.

Um concerto de rock, uma viagem ao espaço, um rito de amizade e um regresso ao presente.

‘Nem a Própria Ruína’ é o primeiro espectáculo de dança criado por este trio nortenho e tem por base o álbum ‘10.000 Anos Depois Entre Vénus e Marte’, obra de rock progressivo e instrumental composta por José Cid em 1978.

De entre galáxias surgem sons de um planeta ferido, sublinhando a efemeridade humana. Toda a evolução que a espécie protagonizou e a que assistiu parece então destinada a um desaparecimento total, não deixando ninguém para a recontar. Restará um universo imenso, possivelmente em expansão, cujo tudo e nada a nossa compreensão nunca perceberá.

É entre o passado e futuro que vivemos: gritamos ou ficamos calados? Entre o amor e a guerra haverá um planeta vazio, à espera que o descubram, onde reencontraremos o ar e o mar, a terra, o sol, o amor, a paz.

Reflectindo na distância – no tempo e no espaço – caímos inevitavelmente em nós e, entre fugas e rendições, descobrimos o toque. Na ruína ainda temos o gesto, e da profundeza de um abraço desdobra-se o afecto que nos salva.

 

Direcção, coreografia e interpretação: Francisco Pinho, João Dinis Pinho e Dinis Santos

Música: José Cid

Cenografia: Pedro Azevedo

Figurinos: Filipa Melo

Sonoplastia: Francisco Antão

Luz: Pedro Nabais

 

Classificação: M/6 anos
Duração: 45 min.
Bilhetes: 5€ / 3,5€ / 2,5€

 

SÁBADO 25 | MAIO

16h00 | CAIXA DE PALCO

40 MIN. | 3€

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'MEU

TEATRO SENSORIAL PARA BEBÉS

ESTAÇÃO DAS LETRAS

 

É preciso despertar o sentimento de encantamento próprio das crianças, e para isso, nada como a atmosfera de sonho e magia.

No palco cria-se um mundo de maravilhas com objectos cénicos simples. Cada apresentação utiliza, para a criação do espectáculo, a interacção com as crianças.

‘Meu’ é a forma como cada criança interpreta e cria uma história.

Interpretação: Tiago Duarte

Criação: Tiago Duarte & Paulo Santos

Produção: Estação das Letras

 

Classificação etária: a partir dos 6 meses
Duração: 40 min.
Bilhetes: 3

TERÇA 28 | MAIO

21h30 | PEQUENO AUDITÓRIO

M12 | 138 MIN | 5€/3,5€/2,5€

'TODOS SABEM'

UM FILME DE ASGHAR FARHADI

 

Drama | França, Espanha, Itália | 2018

Com: Penélope Cruz, Ricardo Darín e Javier Bardem

 

Laura viaja com os filhos de Buenos Aires até à sua aldeia natal para assistir ao casamento da sua irmã, mas eventos inesperados desencadeiam uma crise familiar que irá expor segredos do passado.

Filme de abertura da 71.ª edição do Festival de Cinema de Cannes, um thriller psicológico com assinatura do iraniano Asghar Farhadi, realizador que conquistou a crítica internacional com ‘Uma Separação’ (2011) e o ‘Vendedor’ (2016), o primeiro vencedor do Urso de Ouro em Berlim e ambos premiados com o Óscar de Melhor Filme Estrangeiro.

 

 

QUINTA 30 | MAIO

21h30 | GR. AUDITÓRIO

M/16 | 70 MIN. | 12,5€

EDUARDO MADEIRA

E MANUEL MARQUES 

STAND UP COMEDY

 

Os humoristas Eduardo Madeira e Manuel Marques sobem ao palco para um surpreendente número de faquires acrobatas e prestidigitação com marmotas. Ou isso ou comédia com música à mistura. Diz quem viu que é de ver. A sociedade, a política e o desporto vão ser debatidos e analisados de forma séria e isenta. Ou então não… 

 

Classificação: M/16 anos
Duração: 70 min.
Bilhetes: 12,5€

 

31 DE MAIO A 8 DE JUNHO

ENTRADA GRATUITA

 

MAPI 

MOSTRA DE ARTAS PARA A INFÂNCIA | 2019

 

31/MAI  ‘PARA TI, SOPHIA’, 15h00/Pequeno Auditório

 1/JUN 'DONNA QUIXOTA', 21h30/Grande Auditório

 4/JUN 'PRAGA, A CIDADE ENCANTADA', 15h00/Pequeno Auditório

 5/JUN 'O CAPUCHINHO VERMELHO', 15h00/Pequeno Auditório

 6/JUN 'AS AVENTURAS DE ALADINHO E SINDBAD', 15h00/Pequeno Auditório          

 7/JUN 'OS GRANDES NÃO TÊM GRANDES IDEIAS', 15h00/Pequeno Auditório

 8/JUN 'CORRE, CORRE CABACINHA', 16h00/Pequeno Auditório

 

 

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SEXTA 31 | MAIO

15h00 | PEQ. AUDITÓRIO

M/6 | 60 MIN. | ENTRADA GRATUITA

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'PARA TI, SOPHIA

A PARTIR DE SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN

TRIGO LIMPO TEATRO ACERT

 

2019 é o ano em que se comemora o nascimento de Sophia de Mello Breyner Andresen e o Trigo Limpo Teatro ACERT pretende homenagear a autora com um espectáculo a partir da sua riqueza literária, inspirando-se em quatro livros da autora que fazem parte do Plano Nacional de Leitura.

Enquanto nos sentimos “pequenos” o mundo ainda nos fascina e os ciclos da vida ainda são diários, próximos da natureza e inscritos na memória colectiva... a água (toda ela: na fonte, no la go, no rio ou no mar) lembra-nos sempre, talvez inconscientemente, o ventre materno, esse lugar mágico onde voámos por dentro do estado liquido... o sol, as flores, os animais, o dia e a noite nascem e morrem lembrando-nos que somos efémeros... Enquanto nos sentimos “pequenos” reinamos fazendo de conta e tudo tem a magia dos sonhos lembrando-nos qua a realidade é também o que imaginamos...

 

Texto: A partir de Sophia de Mello Breyner Andresen (A Floresta)

Dramaturgia: Pompeu José, Raquel Costa e Sandra Santos

Encenação: Pompeu José

Interpretação: António Rebelo, Pedro Sousa e Sandra Santos

Cenografia e grafismo: Zé Tavares

Música: Paulo Nuno Martins

Figurinos: Adriana Ventura

Sonoplastia: Luís Viegas

Luminotecnia: Paulo Neto

Produção: Marta Costa

 

Classificação etária: M/6 anos
Duração: 60 min.
Entrada gratuita

SÁBADO 1 | JUNHO

21h30 | GR. AUDITÓRIO

M/6 | 60 MIN. | ENTRADA GRATUITA

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'DONNA QUIXOTA

PINA POLAR [POLÓNIA]

DIA MUNDIAL DA CRIANÇA

 

‘Donna Quixota" é um espectáculo de teatro, comédia física, clown e circo baseado no ‘Dom Quixote’ de Cervantes.

A personagem principal da peça, Pina, dirige uma empresa familiar. É uma livreira que monta a sua loja quando chega ao palco. Traz alguns livros bem conhecidos – como ‘Alice no País das Maravilhas’, ‘A Ilha do Tesouro’ e ‘Drácula’ — e brinca com eles usando o circo, a magia e a imaginação. Os livros são o seu recreio, e com eles pode tornar-se qualquer pessoa, eles escondem surpresas e aventuras. A descoberta do ‘Don Quixote’ traz uma transformação. Pina torna-se Dona Quixota e luta contra os moinhos de vento em nome da alegria, da fantasia e da poesia. Objectos quotidianos mudam de uso, tornam-se parte de histórias imaginativas.

O espectáculo tem uma dimensão educacional muito forte, na sua relação com a promoção dos livros e da leitura. Todos os livros são construídos pela artista a partir de papelão, têxteis, materiais de decoração e da sua própria imaginação.

Direcção: Aitor Basauri - Spy Monkey Company

 

Classificação etária: M/6 anos
Duração: 60 min.
Entrada gratuita

TERÇA 4 | JUNHO

15h00 | PEQ. AUDITÓRIO

M/5 | 50 MIN. | ENTRADA GRATUITA

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'PRAGA, A CIDADE ENCANTADA

PAVEL VANGELI

 

O menino Christopher e o seu mágico tio Albert conduzem o público numa jornada aventureira através de Praga e da sua história ficcional. Pelo caminho encontram um astrónomo medieval, um alquimista louco e o místico rabi Loewe, o criador do Golem.

O espectáculo alia a representação teatral a vários tipos de fantoches e máscaras.

 

Autoria e direcção: Pavel Vangeli

Marionetistas: P. Vangeli, E. Janková.

 

 

Classificação etária: M/5 anos
Duração: 50 min.
Entrada gratuita

TERÇA 4 | JUNHO

21h30 | OFICINA DAS ARTES

ENTRADA GRATUITA

SHORTCUTZ #53

 

Co-produção:
SHORCUTZ VILA REAL / TEATRO DE VILA REAL

QUARTA 5 | JUNHO

15h00 | PEQ. AUDITÓRIO

M/3 | 50 MIN. | ENTRADA GRATUITA

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'O CAPUCHINHO VERMELHO

COMPANHIA PROSCÊNIO [Brasil / Espanha]

 

Dedé e Didi são duas amigas apaixonadas por histórias. Uma das suas brincadeiras favoritas é precisamente dar vida às histórias que tanto amam.

Neste espectáculo, de uma maneira inusitada e com muito humor, elas transformam-se nas mais diversas personagens para dar vida ao conto clássico ‘O Capuchinho Vernelho’.

 

Classificação etária: M/3 anos
Duração: 50 min.
Entrada gratuita

QUINTA 6 | JUNHO

15h00 | PEQ. AUDITÓRIO

M/3 | 50 MIN. | ENTRADA GRATUITA

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'AS AVENTURAS DE ALADINO E SINDBAD

A partir de As Mil e Uma Noites

 

FIO D'AZEITE – Grupo de Marionetas do Chão de Oliva

 

Espectáculo de marionetas de sombras no ambiente de uma tribo nómada árabe para um público que tem esta cultura tão próxima mas ao mesmo tempo tão distante do seu dia-a-dia. Nele contam-se as aventuras de dois heróis – Sindbad e Aladino – vindas do contexto dramático de ‘As mil e uma noites’. O nosso primeiro herói, Sindbad, aventureiro por natureza, depois de gastar a fortuna que o seu pai lhe deixou aventura-se pelos mares onde a sua astúcia, e alguma sorte, o fazem desenvencilhar-se de males maiores. O nosso outro herói, Aladino, é um adolescente imaturo, que vai ter oportunidade de viver aventuras que o transformarão num ser responsável e de bom coração. Ambas as aventuras, como quase todas as estórias de todos os tempos, acabam bem para os nossos heróis e pode-se retirar delas alguma moral.

 

Adaptação, cenografia e encenação: Nuno Correia Pinto

Marionetas: Cláudia Frois

Manipulação e interpretação: Inês C. Zaradzay e Filipe Palhais

Vídeo, grafismos e desenho de luz: Marco Lopes

 

Classificação etária: M/3 anos
Duração: 50 min.
Entrada gratuita

SEXTA 7 | JUNHO

15h00 | PEQ. AUDITÓRIO

M/6 | 60 MIN. | ENTRADA GRATUITA

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'OS GRANDES NÃO TÊM GRANDES IDEIAS

DE NEUSA FANGUEIRO

FÉRTIL CULTURAL

 

Uma menina chamada Constança e um seranimal muito pequeno encontram-se perto do nascer do sol junto do moinho do rio, junto da casa de Ninguém. Ninguém é o nome deste ser minúsculo, que vem de Lado Nenhum e vai para Nenhum Lado. Que gosta de palavras novas, do seu significado e da sua utilidade ou inutilidade.

As dúvidas que pairam nas cabeças destes amigos são as mesmas de algumas crianças e alguns adultos: «As pessoas cabem todas no planeta Terra? E os recursos são suficientes? O que é sustentabilidade? Para onde vai o lixo que produzimos? O que é governo e governar? Emoções e sentimentos?»

Juntos vão descobrir, e nós também, que afinal as ideias dos Grandes não são grande coisa.

 

Criação e interpretação: Neusa Fangueiro

Apoio à criação: Rui Alves Leitão

Cenografia e marionetas: Sandra Neves

Música: Rúben Fangueiro

 

Classificação etária: M/6 anos
Duração: 60 min.
Entrada gratuita

SÁBADO 8 | JUNHO

16h00 | PEQ. AUDITÓRIO

M/3 | 60 MIN. | ENTRADA GRATUITA

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'CORRE, CORRE CABACINHA

TEATRO PAPA-LÉGUAS

 

Quando duas amigas se entusiasmam e recordam histórias antigas, tudo pode acontecer! Muito dadas à folia e divertidas como ninguém, vão desfiando um rosário de lengalengas, trocadilhos, dichotes e aventuras. É assim que, depois de se fazerem passar por: Rei da Rússia, Rato Roento, Lobo Mau, Pirata da Perna de Pau, entre outros, chegam à parte de que mais gostam. E aí, não há quem as segure!

 

Interpretação: Filipa Correia e Margarida Borges

Texto e encenação: Mário Jorge

 

Classificação etária: M/3 anos
Duração: 60 min.
Entrada gratuita

SÁBADO 8 | JUNHO

21h30 | GRANDE AUDITÓRIO

M/6 | 80 MIN | 12€ (Plateia) / 8€ (Frisas e Balcão)

TIAGO NACARATO

 

Tiago Nacarato é um cantautor portuense com raízes brasileiras.

Aos 18 anos decide investir na sua educação musical ao inscrever-se na escola de música Valentim de Carvalho onde teve aulas de canto, guitarra, treino auditivo, teoria musical e combo. Durante esse tempo surgiram as primeiras oportunidades, sendo que um dos marcos mais importantes vem na sequência o convite de Pedro Cardoso (Peixe, dos Ornatos Violeta), seu professor na altura, para integrar a Orquestra de Guitarras e Baixos Eléctricos, projecto esse que pisou palcos como Serralves em Festa, Hard Club e Casa da Música (além de uma participação no Douro Jazz 2014).

O regresso às raízes brasileiras acontece uns anos depois, quando Tiago se junta à Orquestra Bamba Social como vocalista, um projecto que junta músicos luso-brasileiros residentes no Porto e que presta tributo a vários clássicos da música brasileira, recriando-os e acrescentando novas sonoridades.

Actualmente, Tiago Nacarato encontra-se a produzir o seu disco de originais. O primeiro single, ‘A Dança’ foi apresentado em Abril deste ano.

 

Duração: 80 min.

M/6 anos

Bilhetes: 12€ (Plateia) / 8€ (Frisas e Balcão)

 

SÁBADO 22 | JUNHO

21h30 | GR. AUDITÓRIO

M/12 | 80 MIN. | 10€

'SELFIE' 

DIRECÇÃO DE MARCOS CARUSO

TEXTO DE DANIELA OCAMPO

COM MIGUEL THIRÉ E JOÃO JESUS

 

‘Selfie’ é uma reflexão hilariante sobre as redes sociais e a internet e o facto de estarmos sempre conectados. 

"Selfie" fala-nos da febre contemporânea da auto-exposição e da necessidade de estar sempre on-line. A peça conta-nos a história de Cláudio, um homem hiper ligado ao mundo digital, que armazena toda a sua vida em computadores, redes sociais e nuvens. Debruçado sobre um projecto para criar um sistema único de armazenamento de dados, ele vê o seu sonho ir por água abaixo quando deixa cair um café em cima do seu computador, perdendo assim toda a informação guardada.

De um momento para o outro ele torna-se num homem sem passado. Está dado o pontapé de saída para Claudio partir numa saga em busca da memória perdida!

"Selfie" transporta a plateia a momentos hilariantes ao mesmo tempo que procura uma reflexão sobre uma questão fundamental da nossa sociedade actual.

A peça esteve dois anos em cena no Brasil, com temporadas no Rio de Janeiro, São Paulo e 8 outras cidades. Vista por mais de 200 mil espectadores, foi considerada um dos maiores sucessos teatrais do Brasil nos últimos tempos. Em Março do ano passado, esteve em cena em Lisboa durante duas semanas e também aí arrebatou o público. Regressa agora com um novo actor convidado, João Jesus, tornando-se assim num interessante intercâmbio cultural entre Brasil e Portugal.

Miguel Thiré é um nome de referência no panorama artístico brasileiro. Para lá de uma carreira de sucesso na televisão, Miguel dedicou uma grande parte da sua carreira ao teatro. Foi nomeado para alguns prémios e arrecadou, quer por parte da crítica, quer do público, um reconhecimento singular. A viver há três anos em Portugal tem igualmente dedicado o seu tempo na construção e realização de espectáculos solo que conquistaram já o público nacional.

João Jesus começou a estudar na Escola Profissional de Teatro de Cascais aos 17 anos, altura em que se profissionalizou no TEC. Ficou conhecido do grande público após a sua participação na série da RTP ‘E Depois do Adeus’ e desde então tem feito um percurso notável no cinema e no teatro. Marcou o panorama televisivo nacional com a participação em vários trabalhos e actualmente é o protagonista da novela ‘Vidas Opostas’, em exibição na SIC.

 

Classificação: M/12 anos
Duração: 80 min.
Bilhetes: 10€

 

QUINTA 27 e SEXTA 28 | JUNHO

21h30 | PEQ. AUDITÓRIO

M/12 | 90 MIN. | 5€/3,5€/2,5€

'D. QUIXOTE DE LA MANCHA' 

Adaptação livre a partir da obra de Miguel de Cervantes

URZE TEATRO | CHÃO DE OLIVA

 

«Estamos com sorte! (...) Abre-me os olhos e repara para aqueles trinta e tantos desaforados gigantes!», diz Dom Quixote.

«Que gigantes?!», pergunta Sancho Pança.

«Aqueles (...) Alguns medem quase duas léguas de comprido...», reforça Dom Quixote.

«Atente bem, vossa Mercê. Não são gigantes, mas moinhos de vento», conclui Sancho Pança.

Este ‘D. Quixote de La Mancha’, enquanto espectáculo de teatro, surge da vontade de partilhar objectivos artísticos entre a Urze Teatro (Vila Real) e a companhia Chão de Oliva (Sintra), numa adaptação livre da dramaturga Paula Pedregal, a partir da obra de referência da literatura universal de Miguel Cervantes.

 

Obra original: Miguel de Cervantes

Dramaturgia: Paula Pedregal

Encenação: Nuno Pinto Correia

Interpretação: Fábio Timor, Paulo Cintrão, Isabel Feliciano e Pedro Miguel Dias

Música: Ricardo Tojal

Desenho de luz: Marco Lopes

Figurinos: Isabel Feliciano

Design gráfico: Paulo Araújo

Produção executiva: Glória de Sousa, Madalena Marques e Cristina Costa

Co-produção: Urze Teatro / Chão de Oliva

 

Classificação: M/12 anos
Duração: 90 min.
Bilhetes: 5€ / 3,5€ / 2,5€

 

SÁBADO 29 | JUNHO

18h00 | GR. AUDITÓRIO

M/6 | 60 MIN. | 3€

 

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'COISAS QUE NÃO HÁ QUE HÁ' 

A PARTIR DE MANUEL ANTÓNIO PINA

UMA PARCERIA CORO LIRA E TEATRO DO FRIO

 

‘Coisas que não há que há’ é um espectáculo entre o concerto, a apresentação coral e o teatro físico, interceptando partituras musicais, textuais e físicas para a construção de uma dramaturgia que relaciona o imaginário dos corpos com o universo linguístico de Manuel António Pina.

Do processo, nascerá a publicação das partituras físicas e musicais, em formato escrito, áudio e (quiçá!) vídeo, difundindo e instigando a criação contemporânea nos domínios da literatura e da música e permitindo a sua difusão no tempo e espaço.

Manuel António Pina escreveu para a infância um escaravelho contador de histórias e uma Ana sabichona tal como Lewis Caroll um coelho apressado e uma Alice intrépida. Na escrita de ambos há uma metamorfose de escalas e imaginários que nos fazem viajar pelas esquinas, pracetas e recantos da linguagem, e nos encontram adultos e crianças, como gigões e anantes, numa mesma sala de estar.

Entre o arrepio e a sílaba tónica, ‘Coisas que não há que há’, explora dialogias entre corpo expressivo, voz e imaginário que habita o corpo da infância, tendo como alavanca uma selecção de 10 poemas musicados por 10 compositores portugueses contemporâneos.

Elas, crianças, intrépidas e destemidas, ora Ana ora Alice, serão o corpo e voz deste espectáculo. Nós adultos, animais de carapaça dura e tempo veloz, Escaravelho e Coelho, trataremos de os provocar ao jogo físico, linguístico e musical e observar o surgimento de uma outra gramática, a qual construirá alicerces do espectáculo e edição em devir.

 

Direcção Artística: Catarina Lacerda | Raquel Couto

Composição: Alfredo Teixeira | Eurico Carrapatoso | Fernando Lapa | Pedro Santos | Nuno da Rocha | Tomás Marques | Ângela da Ponte | Sara Ross | Fábio Videira | Sérgio Azevedo

Pianista acompanhador: Gonçalo Vasquez (acompanhado por um ensemble de clarinete, violino, violoncelo e percussão)

Figurinos: Patrícia Costa

Desenho de luz: João Abreu

Gravação de som: Quico Serrano

Design: Susana Guiomar

Produção executiva: Adriana Leite

 

Classificação: M/6 anos
Duração: 60 min.
Bilhetes: 3€

11 A 17 | NOVEMBRO | 2019 | VILA REAL | 

 

Encontram-se abertas, de abril a junho de 2019, as candidaturas para os concursos de curtas-metragens, de desenho e de fotografia de natureza, promovidos no âmbito do Festival Internacional de Imagem de Natureza – FIIN.
Com caráter e projeção internacional e prémios atrativos, motivos mais que suficientes para despertarem o interesse dos amantes destas áreas, estes concursos estão disponíveis para todos, podendo os respetivos regulamentos ser consultados na página oficial do FIIN: www.fiin.pt