ABRIL, MAIO E JUNHO | 2019

ABRIL, MAIO E JUNHO | 2019

 

Folheie a agenda online: https://issuu.com/teatrodevilareal/docs/tvr_abr_mai_jun_2019/1?ff=true

Num trimestre que apresenta mais de três dezenas de espectáculos de programação própria, a abertura acontece com a 15.ª edição do Vinte e Sete – Festival de Teatro, cujo cartaz inclui um conjunto de clássicos de várias épocas, em distintas abordagens: Beckett cruzado com uma evocação do actor Ribeirinho do cinema português da década de quarenta; Tennessee Williams numa tradução de Jacinto Lucas Pires para a encenação de Ivo Alexandre; uma introdução à ‘Odisseia’ de Homero para público infantil; as grandes tragédias gregas a partir de Ésquilo, numa encenação que conta com música dos Dead Combo ao vivo; o D. Quixote de Cervantes na releitura do dramaturgo português do século XVIII António José da Silva. A dramaturgia contemporânea entra no festival com uma peça que, de forma inédita, reúne em palco as companhias Ensemble e Palmilha Dentada.

Ao longo do trimestre o D. Quixote é revisitado em dois outros momentos: numa versão feminina da personagem pela polaca Pina Polar e numa criação conjunta das companhias Urze Teatro e Chão de Oliva (Sintra).

O teatro a partir de textos clássicos tem ainda outro grande momento em Abril, com uma nova encenação de ‘Frei Luís de Sousa’ pelo actor e encenador Miguel Loureiro, numa co-produção do Teatro Nacional D. Maria II.

Antes disso, no dia 27 de Abril, antecipando a celebração do Dia Mundial da Dança, apresenta-se ‘Reviravoltas’, uma reinterpretação de danças populares portuguesas por um conjunto de ex-bailarinos da Companhia Nacional de Bailado e do Ballet Gulbenkian.

A dança tem um segundo momento com ‘Nem a Própria Ruína’, um projecto resultante do ciclo Palcos Instáveis, com o apoio da Companhia Instável e do Teatro Rivoli, que parte do álbum ‘10.000 anos depois entre Vénus e Marte’, de José Cid.

No domínio da representação, agora com tónica na comédia, notas para a ópera cómica contemporânea ‘As Sete Mulheres de Jeremias Epicentro’, a peça ‘Selfie’, com o actor brasileiro Miguel Thiré e o português João Jesus, e o espectáculo de stand up comedy de Eduardo Madeira e Miguel Marques.

O Serviço Educativo inclui alguns workshops e vários espectáculos: além das sete peças incluídas em nova edição da MAPI – Mostra de Artes Para a Infância, há ainda um espectáculo para bebés, ‘Meu’, e um musical, ‘Coisas Que Não Há Que Há’, numa parceria do Coro Lira e do Teatro do Frio.

Na área do cinema, estão agendadas mais sessões mensais do Shortcutz Vila Real e seis grandes filmes do circuito independente nacional e internacional, incluindo, ‘Coração Negro’, de Rosa Coutinho Cabral, e ‘Colo’, de Teresa Villaverde, com o actor nosso conterrâneo João Pedro Vaz.

Por fim, a música tem como cabeças-de-cartaz Miguel Araújo e Tiago Nacarato, além do ciclo do Café-Concerto com quatro propostas da nova música portuguesa que fundem influências internacionais e o cancioneiro lusitano contemporâneo.

 

Mais informações:

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MAIO A JULHO | 2019 | DOMINGOS | 09H00 | 11H30 | COMPLEXO CODESSAIS

Depois do sucesso dos anos anteriores, o Município de Vila Real, com o apoio de várias Academias, Ginásios, Clubes e Associações do concelho, voltará a dinamizar as manhãs de domingo do parque Corgo, das 9h30 às 11h30, com o regresso da iniciativa Manhãs no Parque Corgo. Com início previsto para o dia 19 de maio, serão dez semanas recheadas de bons motivos para ir até ao Parque Corgo e aproveitar a oportunidade para praticar diversas modalidades desportivas naquele que é um dos locais mais aprazíveis de Vila Real.

Mais do que desenvolver uma modalidade específica, pretende-se transformar o Parque Corgo num espaço transdisciplinar, onde cada cidadão, semana após semana, possa praticar variados desportos e participar em inúmeras atividades. De destacar este ano uma caminhada promovida pelo centro municipal de marcha e corrida, a Comemoração do Dia Internacional do YOGA, com atividades para todos, incluindo crianças, e ainda as manhãs dedicadas ao Pilates e ao Zumba, assim como as diversas atividades de fitness dos ginásios/academias de Vila Real.
O Município de Vila Real consciente da importância deste pulmão verde no centro da cidade tem investido na sua manutenção e na realização de eventos desportivos que aproximem a população deste espaço, seja para praticar desporto ou simplesmente usufruir de momentos de lazer.
Este ano as MANHÃS DO PARQUE CORGO terão uma vertente SOLIDÁRIA. O valor angariado, através da aquisição (facultativa) de um objeto de fitness, no valor mínimo de 1,00€, reverterá para ajudar crianças com necessidades educativas especiais da cidade de Vila Real.

SÁBADO 22 | JUNHO

21h30 | GR. AUDITÓRIO

M/12 | 80 MIN. | 10€

'SELFIE' 

DIRECÇÃO DE MARCOS CARUSO

TEXTO DE DANIELA OCAMPO

COM MIGUEL THIRÉ E JOÃO JESUS

 

‘Selfie’ é uma reflexão hilariante sobre as redes sociais e a internet e o facto de estarmos sempre conectados. 

"Selfie" fala-nos da febre contemporânea da auto-exposição e da necessidade de estar sempre on-line. A peça conta-nos a história de Cláudio, um homem hiper ligado ao mundo digital, que armazena toda a sua vida em computadores, redes sociais e nuvens. Debruçado sobre um projecto para criar um sistema único de armazenamento de dados, ele vê o seu sonho ir por água abaixo quando deixa cair um café em cima do seu computador, perdendo assim toda a informação guardada.

De um momento para o outro ele torna-se num homem sem passado. Está dado o pontapé de saída para Claudio partir numa saga em busca da memória perdida!

"Selfie" transporta a plateia a momentos hilariantes ao mesmo tempo que procura uma reflexão sobre uma questão fundamental da nossa sociedade actual.

A peça esteve dois anos em cena no Brasil, com temporadas no Rio de Janeiro, São Paulo e 8 outras cidades. Vista por mais de 200 mil espectadores, foi considerada um dos maiores sucessos teatrais do Brasil nos últimos tempos. Em Março do ano passado, esteve em cena em Lisboa durante duas semanas e também aí arrebatou o público. Regressa agora com um novo actor convidado, João Jesus, tornando-se assim num interessante intercâmbio cultural entre Brasil e Portugal.

Miguel Thiré é um nome de referência no panorama artístico brasileiro. Para lá de uma carreira de sucesso na televisão, Miguel dedicou uma grande parte da sua carreira ao teatro. Foi nomeado para alguns prémios e arrecadou, quer por parte da crítica, quer do público, um reconhecimento singular. A viver há três anos em Portugal tem igualmente dedicado o seu tempo na construção e realização de espectáculos solo que conquistaram já o público nacional.

João Jesus começou a estudar na Escola Profissional de Teatro de Cascais aos 17 anos, altura em que se profissionalizou no TEC. Ficou conhecido do grande público após a sua participação na série da RTP ‘E Depois do Adeus’ e desde então tem feito um percurso notável no cinema e no teatro. Marcou o panorama televisivo nacional com a participação em vários trabalhos e actualmente é o protagonista da novela ‘Vidas Opostas’, em exibição na SIC.

 

Classificação: M/12 anos
Duração: 80 min.
Bilhetes: 10€

 

QUINTA 27 e SEXTA 28 | JUNHO

21h30 | PEQ. AUDITÓRIO

M/12 | 90 MIN. | 5€/3,5€/2,5€

'D. QUIXOTE DE LA MANCHA' 

Adaptação livre a partir da obra de Miguel de Cervantes

URZE TEATRO | CHÃO DE OLIVA

 

«Estamos com sorte! (...) Abre-me os olhos e repara para aqueles trinta e tantos desaforados gigantes!», diz Dom Quixote.

«Que gigantes?!», pergunta Sancho Pança.

«Aqueles (...) Alguns medem quase duas léguas de comprido...», reforça Dom Quixote.

«Atente bem, vossa Mercê. Não são gigantes, mas moinhos de vento», conclui Sancho Pança.

Este ‘D. Quixote de La Mancha’, enquanto espectáculo de teatro, surge da vontade de partilhar objectivos artísticos entre a Urze Teatro (Vila Real) e a companhia Chão de Oliva (Sintra), numa adaptação livre da dramaturga Paula Pedregal, a partir da obra de referência da literatura universal de Miguel Cervantes.

 

Obra original: Miguel de Cervantes

Dramaturgia: Paula Pedregal

Encenação: Nuno Pinto Correia

Interpretação: Fábio Timor, Paulo Cintrão, Isabel Feliciano e Pedro Miguel Dias

Música: Ricardo Tojal

Desenho de luz: Marco Lopes

Figurinos: Isabel Feliciano

Design gráfico: Paulo Araújo

Produção executiva: Glória de Sousa, Madalena Marques e Cristina Costa

Co-produção: Urze Teatro / Chão de Oliva

 

Classificação: M/12 anos
Duração: 90 min.
Bilhetes: 5€ / 3,5€ / 2,5€

 

SÁBADO 29 | JUNHO

18h00 | GR. AUDITÓRIO

M/6 | 60 MIN. | 3€

 

se familias logo

 

'COISAS QUE NÃO HÁ QUE HÁ' 

A PARTIR DE MANUEL ANTÓNIO PINA

UMA PARCERIA CORO LIRA E TEATRO DO FRIO

 

‘Coisas que não há que há’ é um espectáculo entre o concerto, a apresentação coral e o teatro físico, interceptando partituras musicais, textuais e físicas para a construção de uma dramaturgia que relaciona o imaginário dos corpos com o universo linguístico de Manuel António Pina.

Do processo, nascerá a publicação das partituras físicas e musicais, em formato escrito, áudio e (quiçá!) vídeo, difundindo e instigando a criação contemporânea nos domínios da literatura e da música e permitindo a sua difusão no tempo e espaço.

Manuel António Pina escreveu para a infância um escaravelho contador de histórias e uma Ana sabichona tal como Lewis Caroll um coelho apressado e uma Alice intrépida. Na escrita de ambos há uma metamorfose de escalas e imaginários que nos fazem viajar pelas esquinas, pracetas e recantos da linguagem, e nos encontram adultos e crianças, como gigões e anantes, numa mesma sala de estar.

Entre o arrepio e a sílaba tónica, ‘Coisas que não há que há’, explora dialogias entre corpo expressivo, voz e imaginário que habita o corpo da infância, tendo como alavanca uma selecção de 10 poemas musicados por 10 compositores portugueses contemporâneos.

Elas, crianças, intrépidas e destemidas, ora Ana ora Alice, serão o corpo e voz deste espectáculo. Nós adultos, animais de carapaça dura e tempo veloz, Escaravelho e Coelho, trataremos de os provocar ao jogo físico, linguístico e musical e observar o surgimento de uma outra gramática, a qual construirá alicerces do espectáculo e edição em devir.

 

Direcção Artística: Catarina Lacerda | Raquel Couto

Composição: Alfredo Teixeira | Eurico Carrapatoso | Fernando Lapa | Pedro Santos | Nuno da Rocha | Tomás Marques | Ângela da Ponte | Sara Ross | Fábio Videira | Sérgio Azevedo

Pianista acompanhador: Gonçalo Vasquez (acompanhado por um ensemble de clarinete, violino, violoncelo e percussão)

Figurinos: Patrícia Costa

Desenho de luz: João Abreu

Gravação de som: Quico Serrano

Design: Susana Guiomar

Produção executiva: Adriana Leite

 

Classificação: M/6 anos
Duração: 60 min.
Bilhetes: 3€

11 A 17 | NOVEMBRO | 2019 | VILA REAL | 

 

Encontram-se abertas, de abril a junho de 2019, as candidaturas para os concursos de curtas-metragens, de desenho e de fotografia de natureza, promovidos no âmbito do Festival Internacional de Imagem de Natureza – FIIN.
Com caráter e projeção internacional e prémios atrativos, motivos mais que suficientes para despertarem o interesse dos amantes destas áreas, estes concursos estão disponíveis para todos, podendo os respetivos regulamentos ser consultados na página oficial do FIIN: www.fiin.pt